O Congresso rejeitou hoje a trajetória de estabilidade fiscal pela segunda vez, com 176 votos contrários do PP, Vox, Junts e UPN, após uma rejeição anterior em 14 de julho.
A votação, realizada em 23 de julho de 2026, no terceiro aniversário das eleições de 23-J, registrou 166 votos a favor do PSOE, Sumar e grupos aliados, além das abstenções do Podemos e Compromís.
O ministro das Finanças, Arcadi España, defendeu que a trajetória daria às comunidades autônomas uma margem de déficit de 5,84 bilhões de euros ao longo de três anos. PP, Vox e Junts mantiveram sua rejeição, argumentando que a proposta era idêntica àquela rejeitada na semana anterior.
O governo afirmou que apresentará um projeto de orçamento para 2027 alinhado às regras da Comissão Europeia, embora o Junts já tenha declarado que não irá apoiá-lo.