A Mesa do Congresso, com maioria do PSOE e do Sumar, rejeitou nesta terça-feira emendas do Junts e do PP que buscavam forçar uma votação sobre a convocação de eleições gerais antecipadas.
O órgão rejeitou as propostas sob o argumento de que elas invadem competências exclusivas do primeiro-ministro. As emendas foram apresentadas a uma moção do PP e visavam que o Congresso instasse Pedro Sánchez a dissolver o parlamento. Fontes parlamentares afirmaram que a decisão baseou-se na jurisprudência existente. Ester Muñoz, porta-voz do PP, descreveu a medida como arbitrária e acusou Francina Armengol de trabalhar para Sánchez. O governo reiterou seu plano de completar o mandato até 2027. Junts e PP confirmaram que não coordenaram suas iniciativas.