Havana crowds honor coffins of 32 Cuban combatants repatriated after U.S. attack on Venezuela, amid national mourning ceremonies.
Havana crowds honor coffins of 32 Cuban combatants repatriated after U.S. attack on Venezuela, amid national mourning ceremonies.
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Cuba repatriou restos de 32 combatentes mortos no ataque dos EUA à Venezuela

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Os restos de 32 oficiais cubanos mortos no ataque dos EUA à Venezuela chegaram a Havana em 16 de janeiro, onde milhares de cubanos prestaram homenagens. O país permanece em alto alerta em meio a ameaças crescentes da administração Trump. Marchas e cerimônias foram realizadas por toda a ilha para homenagear os mártires.

Em 16 de janeiro de 2026, os restos de 32 combatentes cubanos, parte da escolta de segurança do presidente Nicolás Maduro, chegaram a Havana após o ataque militar dos EUA à Venezuela em 3 de janeiro. Milhares de cubanos se alinharam nas ruas para prestar tributo, enquanto a ilha permanece em alto alerta diante de ameaças da administração Trump. Em Havana, realizou-se uma cerimônia na Tribuna Antiimperialista, seguida pela Marcha do Povo Combatente, reafirmando o compromisso com a pátria. O Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido e Presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, declarou em sua conta X: «Vamos cantar nosso hino aos heróis. Vamos agradecer-lhes pela coragem. Vamos marchar para que aqueles que ainda não nos entendem nos conheçam melhor.» Em todos os municípios do país, foram realizadas cerimônias de homenagem póstuma, e os restos serão sepultados nos panteões dos Caídos em Defesa de suas respectivas localidades. Internacionalmente, o embaixador cubano no Panamá, Orestes Pérez, e o chefe da representação consular venezuelana, Julio Chávez, assinaram o livro de condolências dedicado aos combatentes caídos em Caracas em 3 de janeiro. Em Roma, a Associação Nacional de Amizade Itália-Cuba (Anaic) prestou homenagem na Embaixada cubana, com a presença do embaixador Jorge Luis Cepero e outros oficiais. Membros da seção Anaic de Roma homenagearam aqueles que defenderam a nação bolivariana contra o brutal ataque imperialista. Além disso, circula online uma coleção de designs gráficos de designers cubanos em solidariedade com a Venezuela após o ataque de 3 de janeiro.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X focam na chegada dos restos de 32 combatentes cubanos a Havana, com cerimônias frequentadas por líderes como Raúl Castro e Díaz-Canel. Milhares participaram de marchas homenageando os caídos como heróis em meio a luto nacional e protestos anti-EUA. Contas pró-Cuba condenam o ataque dos EUA como agressão, enquanto vozes céticas chamam os falecidos de mercenários protegendo Maduro e elogiam a operação. Alguns posts destacam o suposto uso de armas proibidas com base em restos fragmentados. Relatos neutros detalham o evento e as tensões crescentes.

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