A defesa de Marcelo Frisoni, ex-marido de Ana Maria Braga, emitiu nota neste domingo (22/3) negando que sua detenção em Orlando, Flórida, tenha sido por roubo de relógio. O caso foi registrado pela polícia local como “battery simple touch or strike”, referente a uma alegada agressão de uma discussão verbal. Questões sobre o relógio seriam de natureza civil, segundo os advogados.
A assessoria jurídica de Marcelo Frisoni se manifestou após repercussão de sua prisão no Condado de Osceola, Flórida. Em nota, negou veementemente qualquer relação com roubo de relógio, como noticiado por programas como Melhor da Tarde. O relatório policial classifica o incidente como “battery – simple touch or strike”, decorrente de discussão verbal entre as partes, sem crime patrimonial imputado a Frisoni. “A prisão do Sr. Marcelo Frisoni não teve qualquer relação com suposto crime de roubo de relógio”, afirma o comunicado, que destaca colaboração do empresário com as autoridades e possível ação legal contra notícias imprecisas. A vítima alegada tem condenação prévia por falsificação de documento público, com pena de 5 anos e 7 meses pelo TJ-SP, informação pública citada pela defesa para contextualizar. Relatos midiáticos indicam que a namorada de Frisoni trouxe o relógio do Brasil para um conhecido da família; o dono suspeitou de falsificação, levando a confronto. Frisoni teria acusado o filho do dono do roubo e o agredido. Polícia encontrou cofre com relógios falsos e ferramentas na residência. Há divergência no depoimento da namorada sobre horário de chegada aos EUA versus registros migratórios. O caso segue em apuração pela Justiça da Flórida.