O Ethereum está vivendo seu sexto mês consecutivo de queda, com uma redução de quase 40% no último mês, de acordo com o analista da Bitwise Max Shannon. Ele alerta que, sem catalisadores positivos, a criptomoeda pode deslizar 22% para US$ 1.500, marcando sua pior sequência desde 2018. Apesar do progresso regulatório e do interesse institucional, o Ethereum continua atrelado aos movimentos do Bitcoin.
O Ethereum, a segunda maior criptomoeda, está a caminho de um declínio histórico potencial. Max Shannon, pesquisador sênior da Bitwise, prevê que o preço pode cair 22% para US$ 1.500 se a tendência de queda persistir até março. Isso se aproximaria da queda de sete meses vista de maio a novembro de 2018. nShannon atribui as dificuldades do Ethereum principalmente à sua estreita correlação com o Bitcoin. “O ETH continua a ser negociado como uma expressão de alta correlação e alta beta do BTC”, disse ele ao DL News, observando que o Ethereum amplifica os movimentos do Bitcoin. Por exemplo, uma queda de 10% no Bitcoin geralmente leva a uma queda mais acentuada no Ethereum. Ele acrescentou que o mercado está obcecado por gráficos de preços e ignora desenvolvimentos positivos, com o Bitcoin impulsionando a queda. nDo lado positivo, o Ethereum se beneficia de maior clareza regulatória em todo o mundo. Vários emissores lançaram ETFs de Ethereum spot nos EUA, e o setor de stablecoins de US$ 300 bilhões depende fortemente de sua blockchain. O CEO da BlackRock, Larry Fink, até o mencionou positivamente. No entanto, esses fatores não se traduziram em ganhos de preço, deixando os investidores perplexos. nUm ponto de virada potencial reside no trading de opções. As apostas baixistas diminuíram, com uma concentração de opções entre US$ 2.100 e US$ 2.400. Um rali de 10% a 20% para essa faixa poderia forçar os dealers de opções a comprar Ethereum para hedge, fornecendo impulso ascendente. nShannon sugere catalisadores como a aprovação da Clarity Act e compras de ETF superiores a 100% do novo suprimento, que poderiam impulsionar o Ethereum para novas máximas. Até lá, os riscos de queda permanecem proeminentes.