O ex-presidente da ARSAT e do ORSNA, Facundo Leal, deixou a prisão de Ezeiza para cumprir prisão domiciliar em um apartamento em Palermo, após uma decisão judicial de 23 de julho de 2026.
O juiz federal substituto Sebastián Ramos autorizou a medida com a aprovação do procurador Guillermo Marijuan. Relatórios do Corpo Médico Forense confirmaram dependência química grave, e o Serviço Penitenciário Federal afirmou não poder oferecer tratamento especializado. Leal foi detido em 28 de maio durante operações em Palermo e Mendoza devido a supostas irregularidades em contratos da ARSAT. A operação apreendeu mais de 2,5 milhões de dólares e substâncias como ketamina, MDMA e cocaína. O procurador considerou fraca a acusação de posse para tráfico. Leal permanecerá em sua residência em Palermo sob monitoramento eletrônico e só poderá sair para emergências médicas autorizadas.