Nesta quinta-feira, cinco funcionários foram demitidos do Ministério da Ciência, incluindo dois chefes de departamento, um gerente de TI, um profissional de administração e finanças e um fotógrafo da área de comunicação.
As demissões afetam trabalhadores sob o regime de contrata e contratos de honorários. Quatro deles tiveram que escolher entre assinar um pedido de demissão para acessar benefícios de férias ou aceitar a dispensa sem esse benefício.
A medida reaviva a polêmica que levou à renúncia do ex-subsecretário Rafael Araos em maio. Araos havia denunciado um plano de demissão em massa ordenado pela ministra Ximena Lincolao, declarando na Chilevisión em 12 de maio que “a ordem para projetar e executar um plano de demissão em massa é real e há testemunhas”.
A Associação Nacional de Oficiais e Funcionários do Ministério da Ciência criticou o procedimento. O ministério não respondeu aos pedidos de informação sobre os casos.