Um ex-executivo da Fiduprevisora denunciou pressões para assinar transferências de recursos antes das eleições presidenciais de 2026. Óscar Eduardo García Montes renunciou em 18 de junho, citando assédio moral no ambiente de trabalho.
García Montes, que estava responsável pela Vice-Presidência de Contratação Derivada, afirmou em sua carta de demissão que enfrentou pressões para assinar acordos de alto valor sem tempo adequado para análises técnicas e jurídicas. Ele citou suposta corrupção e pressão indevida para mover recursos do Fundo Nacional de Gestão de Riscos de Desastres para os setores de educação e agricultura.
O Ministério da Agricultura negou que transferências totalizando 1,6 trilhão de pesos tenham ocorrido. O órgão declarou que os acordos assinados não implicam em desembolsos e que os recursos ainda não foram transferidos pelo Tesouro Nacional.
Na semana passada, o governo declarou nula a nomeação de Diego Andrés Salcedo Monsalve como presidente da entidade por meio do Decreto 0668 de 2026. Em vez disso, nomeou Rosa Dory Chaparro Espinosa, chefe do Escritório de Assessoria Jurídica do Ministério da Fazenda, como presidente interina.