Um relatório do Medicina Legal classificou a morte de Yulixa Toloza, de 52 anos, como homicídio após um procedimento estético em Bogotá. Seu corpo foi encontrado em 19 de maio em Cundinamarca.
O laudo forense emitido em 27 de maio concluiu que a morte foi violenta e tratou-se de um homicídio. O documento vinculou o óbito a uma lipoaspiração realizada no abdômen e nas costas.
A autópsia documentou fraturas nas costelas em ambos os lados do tórax, hematomas nas costas, lesões no pescoço e pelo menos 11 ferimentos por instrumento perfurocortante. Não foi encontrada penetração nas cavidades torácica ou abdominal.
O Medicina Legal identificou embolia gordurosa pulmonar que causou insuficiência respiratória aguda, além de sinais de anemia aguda. As análises toxicológicas de amostras de fígado, rins e outros tecidos permanecem pendentes.