O CEO do Goldman Sachs, David Solomon, endossou o CLARITY Act em 23 de julho, apesar da oposição de outros grandes bancos. A liderança do Senado indicou que é improvável que o projeto seja aprovado antes do recesso de verão. Funcionários da Casa Branca contestaram essa avaliação.
Solomon disse ao Politico que a legislação criaria um campo de atuação nivelado para ativos digitais, mesmo que não seja perfeita. Seu apoio contrasta com o do CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, que criticou dispositivos que permitem stablecoins que rendem juros.
O líder da maioria no Senado, John Thune, disse que o projeto provavelmente perderá sua janela de oportunidade antes que os legisladores saiam para o recesso de verão. Ele acrescentou que gostaria de, pelo menos, iniciar o processo em plenário antes disso.
O conselheiro de cripto da Casa Branca, Patrick Witt, disse ao CoinDesk que permanece um pouco mais otimista e vê potencial para ações na primeira semana de agosto. O texto atualizado do projeto, divulgado em 22 de julho, inclui novas restrições éticas para funcionários federais que detenham ou emitam criptoativos.