O Comitê Bancário do Senado planeja analisar a Lei CLARITY na próxima semana, mas as exigências dos democratas por regras de conflito de interesses e a oposição dos bancos às recompensas de stablecoins ameaçam inviabilizar o esforço. Os negociadores chegaram a um compromisso sobre os rendimentos de stablecoins no início deste mês, porém os bancos argumentam que o texto ainda permite evasões. Uma votação muito adiada sobre o projeto, que visa esclarecer a supervisão de ativos digitais entre a SEC e a CFTC, agora permanece incerta.
Os senadores Thom Tillis e Angela Alsobrooks propuseram um texto que proíbe empresas de criptoativos de oferecer recompensas semelhantes a juros bancários, ao mesmo tempo que permite incentivos vinculados ao uso da plataforma. A Associação Americana de Banqueiros sustenta que o rascunho ainda permite que corretoras recompensem saldos de contas e tempo de permanência, retirando fundos de depósitos segurados. Essa oposição persiste apesar do compromisso que reviveu o ímpeto do projeto de lei após meses de atraso.