Os nigerianos utilizam uma ampla gama de saudações moldadas por mais de 520 línguas indígenas, incluindo as dos principais grupos étnicos hausa, iorubá e igbo, bem como expressões pidgin difundidas.
Os nigerianos não têm uma única forma de dizer olá; em vez disso, usam centenas de variações influenciadas pela região, hora do dia, atividade e relações sociais. Entre os falantes de hausa no norte, 'Sannu' serve como saudação básica, mas adapta-se a 'Sannu da aiki' para alguém trabalhando ou 'Sannu da abinci' para comer. No sudoeste, as saudações iorubás incluem 'E ka aro' para bom dia, 'E ka san' para boa tarde e 'E ku irole' para boa noite, com o prefixo respeitoso 'E' para anciãos ou superiores. As saudações igbo do sudeste apresentam 'Kedu?' como um geral 'como estás?' e 'Ndewo' como olá. O pidgin nigeriano, falado por mais de 60 milhões como língua franca, oferece opções universais como 'How far?' significando 'como estás?' e 'Wetin dey?' para 'o que há?'. Essas saudações frequentemente envolvem gestos físicos, como homens iorubás se prostrando ou mulheres se ajoelhando diante de anciãos, e apertos de mão com as duas mãos para mostrar respeito. A frase iorubá 'Oya na', originalmente significando 'anda logo', evoluiu para uma expressão versátil usada em todo o país para encorajamento, acordo ou transição em conversas. Órgãos governamentais como o Ministério Federal da Informação e o Conselho Nacional para Artes e Cultura promovem essas práticas como símbolos de unidade na diversidade. Em áreas urbanas, os jovens preferem saudações rápidas em pidgin ou inglês, enquanto as indagações tradicionais extensas sobre família e saúde persistem com os anciãos, reforçando os laços comunitários.