O Serviço de Imigração e Controle Aduaneiro dos EUA (ICE) informou que deportou o ex-linebacker do Indianapolis Colts, Daniel Ogama Adongo, cidadão queniano, em 20 de junho, após um juiz de imigração ter ordenado sua remoção em 23 de março de 2026. O ICE afirmou que Adongo permaneceu nos EUA após o vencimento de seu visto em 2016 e possuía um histórico de prisões e uma condenação em 2020 no estado de Indiana.
O Serviço de Imigração e Controle Aduaneiro dos EUA (ICE) informou que Daniel Ogama Adongo, de 37 anos, foi removido dos Estados Unidos e enviado de volta ao Quênia em 20 de junho.
O ICE afirmou que Adongo foi preso diversas vezes em Indiana ao longo de cerca de nove anos, incluindo casos envolvendo acusações de crime de intimidação, agressão e perturbação da ordem. A agência declarou que ele foi condenado em 2020 por danos ao patrimônio (criminal mischief) e recebeu uma sentença de 364 dias.
A NBC News, citando registros judiciais, relatou que várias das acusações destacadas pelo ICE não resultaram em condenações e foram arquivadas. A NBC News também informou que, embora Adongo tenha sido sentenciado a 364 dias no caso de dano ao patrimônio de 2020, os registros judiciais mostraram que ele foi condenado a cumprir seis meses na cadeia do condado, após o desconto do tempo de detenção provisória.
O diretor assistente do escritório de campo do ICE em Chicago, Douglas Thompson, disse em comunicado que a remoção de Adongo tornou a comunidade mais segura e que as leis de imigração são aplicadas de forma igualitária, "incluindo para ex-atletas profissionais".
O ICE afirmou que Adongo permaneceu no país após o vencimento de seu visto em 2016, cerca de um ano após o fim de sua carreira na NFL. A agência informou que um juiz de imigração ordenou sua remoção em 23 de março de 2026.
Adongo, ex-jogador de rugby, juntou-se ao Indianapolis Colts como outside linebacker em 2013, apesar de não ter experiência anterior com futebol americano, informou a equipe na época. Ele foi promovido do elenco de treino para o elenco principal durante a temporada de 2013, e seu período na organização terminou em 2015.
O Departamento de Segurança Interna enfatizou o caso em uma publicação no X em 25 de julho, descrevendo que Adongo possuía antecedentes criminais e confirmando sua deportação.
Os advogados que representaram Adongo anteriormente não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da mídia, relatou a NBC News.