O presidente Cyril Ramaphosa aguardava o depoimento da chefe da Diretoria de Investigação Contra a Corrupção (IDAC), Andrea Johnson, na Comissão Madlanga em 13 de julho de 2026, mas ela não compareceu após apresentar um atestado médico.
O porta-voz da Presidência, Vincent Magwenya, confirmou que o presidente está analisando o caso. O representante legal de Johnson informou à comissão que ela foi levada às pressas ao hospital com problemas graves de saúde e recebeu licença médica até o dia 15 de julho.
O presidente da comissão, Mbuyiseli Madlanga, descreveu o atestado médico como um daqueles essencialmente inúteis, pois não fornecem nenhuma informação.
Esperava-se que Johnson abordasse as alegações de que ela teria repassado o conteúdo de uma denúncia criminal confidencial ao vice-chefe da Inteligência Policial, Feroz Khan, na época em que ainda era promotora sênior na Autoridade Nacional de Promotoria.
Ela é a quarta testemunha a faltar às sessões citando razões médicas, um padrão que tem gerado preocupação pública sobre a integridade da comissão.