Um soldado das Forças de Defesa de Israel danificou um ícone religioso católico no sul do Líbano, conforme confirmado pelas FDI após a viralização de uma fotografia. O exército considera o incidente grave e iniciou uma investigação. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu condenou o ato e expressou pesar aos cristãos afetados.
Uma fotografia publicada anteriormente mostrou um soldado das FDI danificando um símbolo cristão durante operações no sul do Líbano. As FDI conduziram um exame inicial e verificaram a autenticidade da imagem. 'As FDI encaram o incidente com grande severidade e enfatizam que a conduta do soldado é totalmente inconsistente com os valores esperados de suas tropas', afirmou o exército em 19 de abril de 2026. O Comando Norte está investigando o caso, medidas apropriadas serão tomadas, e as FDI estão auxiliando na restauração da estátua. As operações visam a infraestrutura do Hezbollah sem a intenção de prejudicar locais religiosos, disseram autoridades. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, respondeu em 20 de abril de 2026, dizendo estar 'chocado e entristecido' com os danos ao ícone. 'Condeno o ato nos termos mais fortes', declarou. As autoridades militares estão conduzindo uma investigação criminal e imporão medidas disciplinares rígidas. Netanyahu destacou a tolerância de Israel, observando que 'todas as religiões florescem em nossa terra' e que os cristãos prosperam no país, ao contrário do que ocorre em outras partes do Oriente Médio. O ministro das Relações Exteriores, Gideon Sa’ar, chamou o ato de 'grave e vergonhoso', elogiando a resposta das FDI. 'Esta ação vergonhosa é completamente contrária aos nossos valores', disse ele em 20 de abril de 2026. Sa’ar expressou confiança na adoção de medidas rigorosas e pediu desculpas aos cristãos feridos, enfatizando o respeito de Israel pelas religiões. Contextualmente, a população cristã de Israel cresceu de 36.000 em 1950 para 187.900 hoje, segundo declarações de 2025 de Joseph Puder, tornando o país o único do Oriente Médio com tal crescimento. Israel não aparece na lista da Open Doors International sobre países perigosos para cristãos.