A polícia de Greenfield, Indiana, prendeu um caminhoneiro de 31 anos, Deepak Kumar, de Fresno, Califórnia, após interceptar um caminhão que transportava quase 18 toneladas de pó de óxido de tungstênio que, segundo as autoridades, foi roubado na Pensilvânia e avaliado em cerca de US$ 2,86 milhões.
A polícia de Greenfield, Indiana, informou que recebeu um alerta por volta das 6h da manhã do dia 27 de junho sobre uma carreta suspeita de transportar uma carga roubada, ligada a um furto notificado na Pensilvânia. Os agentes localizaram o caminhão trafegando no sentido leste da Interstate 70, no condado de Hancock, confirmaram que o veículo correspondia ao alerta e iniciaram uma abordagem.
As autoridades identificaram o motorista como Deepak Kumar, de 31 anos, de Fresno, Califórnia. A polícia afirmou que Kumar usou documentos falsos para obter a carga e que o reboque continha 10 paletes de pó de óxido de tungstênio, pesando quase 18 toneladas. A polícia de Greenfield avaliou a carga em US$ 2.857.500 e informou que o destino era a Mitsubishi Materials Corporation, no Japão.
A polícia de Greenfield disse ter obtido um mandado de busca para o caminhão e confirmou que a carga estava dentro do reboque. O carregamento recuperado foi entregue posteriormente a um representante da Mitsubishi Materials.
As autoridades da Pensilvânia emitiram um mandado de prisão contra Kumar em conexão com o roubo da carga, e a polícia de Greenfield efetuou a prisão com base nesse mandado, conforme relatos que citam o Departamento de Polícia de Greenfield. O The Daily Wire também informou que o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) apresentou uma ordem de detenção imigratória na prisão do Condado de Bradford e que Kumar esteve sob custódia do ICE na Califórnia posteriormente; o veículo citou o Departamento de Segurança Interna para alegar que Kumar entrou nos Estados Unidos sem autorização e possuía prisões anteriores por crimes incluindo fraude e roubo de identidade.
As reportagens disponíveis não estabeleceram de forma independente se o óxido de tungstênio nesta carga era classificado como “tóxico” por órgãos reguladores ou nos documentos de transporte, e a descrição variou de acordo com o veículo de comunicação.