Os países membros do Escudo de las Américas expressaram preocupação com declarações que questionam a integridade do processo eleitoral e da transição de governo na Colômbia.
Os governos dos Estados Unidos, Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Trinidad e Tobago emitiram uma declaração conjunta em 10 de julho de 2026.
O texto afirma que a vontade soberana dos cidadãos expressa nas urnas constitui a única base para a legitimidade do poder público. Os signatários rejeitaram ações que deslegitimem o mandato conferido pelos cidadãos ou obstruam o processo de transição.
O presidente em fim de mandato, Gustavo Petro, criticou a equipe que assumirá o governo por não comparecer à reunião de transição do setor energético diante do fenômeno El Niño. O presidente eleito, Abelardo De La Espriella, reuniu-se com o Banco de la República para reafirmar o respeito à sua autonomia.