James Safechuck, um dos acusadores no documentário Leaving Neverland de 2019, divulgou uma mensagem em apoio a sobreviventes de abuso sexual infantil, advertindo que a promoção da cinebiografia Michael pode causar gatilhos emocionais. O diretor de Leaving Neverland, Dan Reed, criticou o filme. Safechuck e Wade Robson estão processando o espólio de Jackson em 400 milhões de dólares.
James Safechuck, que alegou em Leaving Neverland que Michael Jackson abusou sexualmente dele dos 10 anos até o início da adolescência — uma alegação que Jackson negou enquanto era vivo —, divulgou uma mensagem em vídeo por meio de seu advogado e uma declaração à Rolling Stone conforme a cinebiografia Michael chega aos cinemas. O filme retrata a ascensão de Jackson, incluindo o sucesso da era Thriller. Safechuck alertou que o elogio de Hollywood a supostos agressores, mesmo após acusações públicas, pode retraumatizar sobreviventes, lembrando-os de que não estão sozinhos. O diretor de Leaving Neverland, Dan Reed, também criticou duramente o filme, que tem recebido forte promoção.