Controvérsia cresce no setor de educação após professor contratado de secundário júnior entrar com processo judicial contra a decisão da Teachers Service Commission de estender os períodos de contrato para dois anos. O caso envolve figuras como Cornelius Oduor e James Odhiambo. A Kenya National Commission on Human Rights também está envolvida por meio de seu vice-diretor de educação.
O processo foi aberto por um professor contratado que contesta a decisão da Teachers Service Commission (TSC) de estender a duração dos contratos de um para dois anos. Cornelius Oduor, que aparece como o principal peticionário neste caso, afirmou que a decisão viola os direitos dos trabalhadores da educação. James Odhiambo, presidente da Kenya Junior Secondary Teachers Association (KEJUSTA), apoiou o processo, observando que ele afeta a vida de muitos professores contratados.
O vice-diretor de educação da Kenya National Commission on Human Rights (KNCHR) comentou sobre o assunto, enfatizando a necessidade de seguir as leis trabalhistas. Esta disputa destaca as tensões crescentes entre o governo e os trabalhadores da educação sobre os termos de emprego. A TSC ainda não emitiu uma resposta oficial sobre o processo, mas sua decisão de estender os contratos foi anunciada como uma medida para melhorar os serviços educacionais.
O caso pode ter implicações significativas para o setor de educação no Quênia, particularmente para mais de 100.000 professores em contratos. Especialistas dizem que a decisão do tribunal impactará as políticas de emprego do governo.