Um novo processo alega que um hospital em Tuscaloosa, no Alabama, permitiu que um paciente circulasse livremente antes de ele balear fatalmente uma enfermeira que estava saindo de seu turno. Ada Chapman Doss, de 27 anos, foi morta em 12 de maio enquanto falava ao telefone com seu marido.
A ação, apresentada pelo marido e pelo espólio de Doss, nomeia Matthew Taylor, de 41 anos, e a DCH Health Care Authority como réus. O documento afirma que Taylor havia sido levado ao pronto-socorro mais cedo naquele dia após alguém relatar um episódio maníaco. Segundo o processo, a equipe do hospital foi alertada sobre o comportamento errático de Taylor, mas falhou em monitorá-lo. Ele supostamente deixou a área do pronto-socorro e circulou sem vigilância pelo campus por horas enquanto estava sem camisa, sem sapatos e armado. Doss caminhava para o estacionamento sul quando Taylor se aproximou dela com uma arma. O processo descreve suas últimas palavras como "por favor, não, eu tenho bebês" antes de ela ser baleada. A ação busca indenização compensatória e punitiva, alegando negligência e morte por imprudência. Taylor foi posteriormente preso e indiciado sob acusações de homicídio qualificado, roubo em primeiro grau e posse ilegal de arma de fogo.