Milhares de malauianos se reuniram em um antigo local de drive-in em Durban para escapar da violência ligada aos próximos protestos anti-imigrantes agendados para 30 de junho.
Trabalhadores humanitários estão apoiando cerca de 11.000 pessoas no local que buscam repatriação. O local, com aproximadamente um quilômetro quadrado e próximo à orla, tornou-se um centro de ajuda humanitária, incluindo barracas, alimentos e serviços médicos.
As autoridades provinciais processaram mais de 8.000 cidadãos malauianos para o retorno, sendo que 22 ônibus já partiram. O primeiro-ministro de KwaZulu-Natal, Thami Ntuli, observou que o número de pessoas nos locais continua a crescer diariamente.
O ministro interino da Polícia, Firoz Cachalia, confirmou que o Serviço Policial da África do Sul alocou R600 milhões para operações de segurança antes das manifestações planejadas. Ele afirmou que os planos operacionais estão finalizados e que a polícia protegerá protestos pacíficos enquanto agirá contra condutas criminosas.
A líder do March and March, Jacinta Ngobese-Zuma, disse em uma coletiva de imprensa que o movimento rejeita a violência e que a responsabilidade pela segurança é do governo.