Um grande júri do Condado de Franklin indiciou Austin Doucette por homicídio intencional ou consciente na morte de sua namorada, Mikayla Rose DeSantis, a quem ele baleou fatalmente em 8 de março em um condomínio em Carrabassett Valley. Doucette, que classificou o disparo como acidental em chamadas para o 911 — conforme detalhado em coberturas anteriores —, agora enfrenta acusações formais após uma autópsia confirmar o homicídio.
O indiciamento, apresentado no final da semana passada, agrava o caso contra Doucette, de 24 anos, pelo tiroteio de 8 de março no condomínio Left Bank, cerca de 190 quilômetros ao norte de Portland. DeSantis, de 23 anos, sofreu múltiplos ferimentos por arma de fogo no tórax e no abdômen e foi levada de helicóptero para o Maine Medical Center em Portland, onde faleceu. Uma autópsia realizada em 13 de abril confirmou os ferimentos como causa da morte por homicídio, de acordo com as conclusões do médico legista no depoimento de causa provável.
Como relatado anteriormente, a Polícia Estadual do Maine encontrou uma pistola calibre .45 no sofá da sala (com o ferrolho travado aberto e o carregador próximo), três cápsulas deflagradas no chão, um projétil intacto sobre o sofá e balas incrustadas em móveis e paredes. As chamadas histéricas de Doucette para o 911 alegavam acidente, com declarações como 'não acredito que fiz isso' e 'disparou acidentalmente'.
Doucette e DeSantis, que estavam juntos há quase oito anos e trabalhavam na estação de esqui Sugarloaf Mountain, eram naturais de Connecticut. O advogado de defesa Verne E. Paradie sustenta que foi 'um acidente terrível' e aguarda mais detalhes. Este desdobramento segue as acusações iniciais de homicídio e relatos de supostos abusos anteriores no caso. Leia mais na série 'Mikayla Rose DeSantis shooting death'.