Novos áudios de Elías Piccirillo e Hauque revelam irregularidades em uma manobra para comprar dólares oficiais. As gravações, incorporadas a um processo judicial, incluem cobranças por uma dívida milionária e alertas sobre fundos de origem ilícita. Casas de câmbio e funcionários do Banco Central são mencionados.
No dia 4 de fevereiro de 2026, o veículo TN divulgou novos áudios de conversas entre Elías Piccirillo e Hauque, que foram incorporados a um processo judicial na Argentina. Essas gravações expõem supostas irregularidades em uma operação para adquirir dólares oficiais, um mecanismo regulado pelo Banco Central da República Argentina (BCRA). Nos áudios, são ouvidas cobranças por uma dívida milionária não paga, criando tensões entre as partes envolvidas. Há também alertas explícitos sobre a origem ilícita dos fundos usados na transação, o que poderia implicar violações das regulamentações cambiais e lavagem de dinheiro. São mencionadas casas de câmbio não especificadas e funcionários do BCRA, sugerindo possíveis ligações com o sistema financeiro oficial. Essa revelação se soma a investigações anteriores sobre manipulações no mercado cambial argentino, uma questão sensível em meio a controles rigorosos sobre o dólar oficial para estabilizar a economia. As autoridades judiciais não emitiram comentários imediatos, mas os áudios fortalecem as provas no caso em andamento. Especialistas em finanças alertam que tais manobras podem corroer a confiança nas instituições bancárias. O vídeo associado, publicado às 23:46, permite o acesso a fragmentos das gravações, destacando a gravidade das acusações sem mais detalhes sobre as partes implicadas além dos nomes mencionados.