Uma biografia que será lançada em breve afirma que o baixista dos Rolling Stones, Bill Wyman, superou Mick Jagger e Keith Richards como o conquistador mais prolífico da banda durante os seus agitados primeiros anos. O autor Bob Spitz detalha o apetite insaciável de Wyman por encontros casuais durante a turnê pelos EUA em 1965. O livro revela seus hábitos, casamentos e as tensões na banda.
Segurem suas palhetas, fãs dos Stones—o novo livro de Bob Spitz, 'The Rolling Stones: The Biography', traz revelações bombásticas sobre Bill Wyman. O baixista de 89 anos, conhecido por seu comportamento reservado, é coroado como o 'mulherengo' incomparável do grupo. Spitz escreve que Wyman não conseguia dormir sem uma 'companhia feminina fresca', sendo seu apetite por sexo casual 'insaciável'. Durante a primeira turnê da banda nos EUA em 1965, em meio a drogas e groupies, ele avistava mulheres do palco e enviava assistentes para convidá-las ao camarim após o show. Confuso? Icônico para a época, supostamente apenas pela energia do palco? Não, direto das páginas da biografia. Spitz observa que os companheiros de banda não ficaram nada satisfeitos—a vida pessoal de Wyman gerou objeções, com Jagger entre os críticos. A linha do tempo da vida amorosa de Wyman? Ele se casou com Diane Cory em 1959, teve o filho Stephen e se separou em 1969. Avançando para 1989: o casamento com Mandy Smith causou espanto e terminou após dois anos. Em 1993, ele se casou com Suzanne Accosta, com quem teve três filhas naquele mesmo ano—e anunciou sua saída dos Stones após mais de 30 anos. Avançando ainda mais: Wyman se reuniu com a banda em 2023 para uma gravação em homenagem a Charlie Watts, após seu diagnóstico de câncer de próstata em 2016. Do garoto que tocava piano, William George Perks, à lenda do rock, arqueólogo e fotógrafo extraordinário. Então, Bill era o verdadeiro bad boy esse tempo todo, ou apenas aquele que mantinha o registro?