Parrot OS, uma distribuição Linux baseada em Debian voltada para hackers éticos e especialistas em cibersegurança, lançou a versão 7.1. Esta atualização, que chega menos de dois meses após o lançamento do 7.0, inclui correções para problemas de inicialização e melhorias em ferramentas de segurança. Ela também introduz novos recursos para executar aplicações de cibersegurança via modelos de linguagem grandes.
O Parrot OS 7.1 marca a primeira versão de manutenção na série 7.x, lançada em 11 de fevereiro de 2026. A distribuição, projetada para testes de penetração e computação focada em privacidade, agora incorpora o kernel Linux 6.17, GRUB 2.14 e drivers DKMS atualizados. Uma correção principal resolve falhas de inicialização do GRUB que afetavam certos laptops, melhorando a compatibilidade e confiabilidade. nnO suporte à arquitetura i386 foi parcialmente restaurado, permitindo a instalação de algumas dependências de 32 bits essenciais para aplicações como Steam, embora o suporte completo ao i386 permaneça indisponível. A atualização renova uma gama de ferramentas de pentest e segurança, como Metasploit para a versão 6.4.111, Burp Suite para 2025.11.6, Airgeddon para 11.61, Maltego para 4.11.1, Subfinder para 2.12.0, Feroxbuster para 2.13, TruffleHog para 3.92.5, Rizin para 0.8.2, Rizin Cutter para 2.4.1 e SecLists para 2025.3. nnAs ofertas de ISO foram expandidas para incluir edições comunitárias com ambientes de desktop MATE, LXQt e Enlightenment, além das edições padrão Security e Home. A edição Security vem pré-carregada com ferramentas de cibersegurança, enquanto a edição Home é adequada para uso geral e desenvolvimento. nnUma adição notável é o MCPwn, uma ferramenta que utiliza o Model Context Protocol para permitir que modelos de linguagem grandes executem utilitários de cibersegurança como nmap, sqlmap e gobuster dentro de contêineres Docker para proteção do host. O MCPwn está atualmente em teste e programado para integração no repositório APT em breve. A ferramenta companheira Rocket avançou para a versão 1.5, com interface de usuário aprimorada e capacidades adicionais. nnPara usuários do Raspberry Pi, o MATE serve como desktop padrão, com o KDE ainda suportado e o LXQt em consideração para melhor desempenho em dispositivos com recursos limitados. Os usuários podem obter o Parrot 7.1 via instalação fresca de ISO ou atualizando sistemas existentes com os scripts parrot-updater ou parrot-upgrade. Aqueles que atualizam da versão 6.4 manterão o desktop MATE por padrão.