O guarda-costas no centro da polêmica envolvendo Chappell Roan se pronunciou. Pascal Duvier confirma que assume total responsabilidade por ter feito a filha de 11 anos de Jude Law chorar, mas insiste que não estava trabalhando para a cantora. O incidente ocorreu em um hotel de São Paulo no dia 21 de março.
A polêmica vinda do Brasil está intensa! Pascal Duvier, o segurança que transformou a curiosidade de uma menina no corredor de um hotel em lágrimas, publicou um comunicado no Instagram no dia 25 de março, esclarecendo os fatos em meio ao frenesi online. 'Assumo total responsabilidade pelas interações ocorridas em 21 de março. Eu estava no hotel a serviço de outra pessoa e não fazia parte da equipe de segurança pessoal de Chappell Roan', escreveu Duvier. 'As ações que tomei não foram em nome de Chappell Roan, de sua equipe de segurança pessoal, de sua gestão ou de quaisquer outros indivíduos.' Ele explicou que foi uma 'decisão baseada em informações obtidas junto ao hotel, eventos que presenciei nos dias anteriores e o risco de segurança geral elevado em nossa localização'. Duvier acrescentou que sua 'única interação com a mãe foi calma e bem-intencionada, e o desfecho do encontro é lamentável'. Ele também rebateu os rumores: 'As acusações que circulam atualmente são falsas e constituem difamação'. O contexto? A filha de 11 anos de Jude Law (cujo padrasto é o jogador de futebol brasileiro Jorginho Frello e a mãe é Catherine Harding) passava pela mesa de café da manhã de Chappell Roan no hotel em que estavam hospedados em São Paulo quando Duvier repreendeu a menina e sua mãe, deixando a criança aos prantos. Jorginho criticou Chappell online, levando a cantora a publicar um vídeo de desculpas onde afirmou não ter tido conhecimento da passagem da menina e confirmou que o segurança não pertencia à sua equipe. O representante de Chappell também divulgou um comunicado posteriormente. O drama chegou ao ponto de o prefeito do Rio de Janeiro proibir preventivamente a participação de Chappell no evento Todo Mundo no Rio. Pascal não faz parte da equipe dela — caso encerrado? Mas, com os riscos de segurança citados, será que este mal-entendido foi apenas um contratempo ou ainda há muito o que discutir?