À medida que os preços de revenda de ingressos para os jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 da Colômbia dispararam—conforme relatado anteriormente—, a fintech Littio alerta que taxas ocultas e um planejamento financeiro deficiente podem inflar os custos totais para US$ 1 milhão por pessoa para os 80 mil a 120 mil colombianos que devem viajar para os EUA, México e Canadá, além de 1,2 milhão de imigrantes nos EUA.
A fintech Littio destaca que assistir a apenas dois ou três jogos, por exemplo, entre o México e Miami, pode custar entre 12 e 20 milhões de pesos colombianos (COP) por pessoa, levando em conta todas as despesas.
O CEO Christian Knudsen observa que, embora os ingressos oficiais variem de US$ 60 a US$ 700, as plataformas de pagamento internacionais que aceitam pesos impõem margens de conversão ocultas de 3% a 8%—adicionando mais de 80.000 pesos apenas a um ingresso de US$ 265. Ele aconselha comprar dólares digitais com antecedência e pagar na moeda local para evitar essas taxas.
O México é a opção mais econômica, sem necessidade de visto para colombianos e com custos mais baixos, permitindo viagens a partir de 5 milhões de COP. Miami continua sendo o destino mais caro devido à demanda. A Littio recomenda evitar compras de dólares de última hora em aeroportos (taxas até 7% piores) e caixas eletrônicos internacionais (US$ 3 a US$ 7 por saque, além das margens, totalizando 120.000 a 200.000 pesos em cinco utilizações).