FIFA President Gianni Infantino warns of exorbitant 2026 World Cup resale ticket prices at Davos World Economic Forum amid fan backlash.
FIFA President Gianni Infantino warns of exorbitant 2026 World Cup resale ticket prices at Davos World Economic Forum amid fan backlash.
Imagem gerada por IA

Infantino da FIFA alerta para preços altíssimos de revenda de ingressos da Copa do Mundo de 2026 em meio a demanda recorde

Imagem gerada por IA

Com base no recorde da semana passada de mais de 500 milhões de pedidos de ingressos, o presidente da FIFA Gianni Infantino alertou no Fórum Econômico Mundial em Davos que os preços em plataformas de revenda podem disparar devido à demanda esmagadora e permissões legais dos EUA, com ingressos da final listados até US$ 230 mil – provocando nova reação dos torcedores.

A Copa do Mundo FIFA de 2026, co-sediada pelos Estados Unidos, México e Canadá em 104 jogos, continua a registrar demanda inédita por ingressos. Após o anúncio da FIFA em 19 de janeiro de mais de 500 milhões de pedidos na fase inicial de vendas – equivalente a 1.000 anos de vendas totais de Copas anteriores –, o presidente Gianni Infantino abordou os desafios da revenda no Fórum Econômico Mundial em Davos. Ele afirmou: “Em 100, quase 100 anos de história da Copa, a FIFA vendeu cerca de 50 milhões de ingressos no total. Agora para esta Copa em quatro semanas [à venda], temos pedidos para 1.000 anos de Copas de uma vez. É único. É incrível.” nnInfantino destacou que a revenda é legal nos EUA, dizendo: “Nos EUA, era perfeitamente legal revender ingressos em plataformas de revenda... Então, temos que permitir isso, é claro.” No site oficial de revenda da FIFA, onde fica com 30%, um ingresso de categoria 1 da final no MetLife Stadium (19 de julho) chegou a US$ 230 mil, contra valor de face até US$ 8.680 com precificação dinâmica; o mais baixo foi US$ 16 mil esta semana. nnFootball Supporters Europe (FSE) intensificou as críticas, chamando de “traição monumental”, com o diretor executivo Ronan Evain acusando revendas movidas a lucro. Em resposta a críticas anteriores, a FIFA destinou ingressos de US$ 60 por jogo às federações nacionais (cerca de 10% por nação). Isso difere de 2022 no Catar, onde a revenda era mais controlada. Infantino defendeu o modelo, enfatizando reinvestimentos no futebol e forte demanda dos EUA, Alemanha e Inglaterra – pouco mais de quatro meses antes do apito inicial em 11 de junho.

O que as pessoas estão dizendo

As reações no X ao alerta do presidente da FIFA Gianni Infantino sobre preços de revenda crescentes para a Copa do Mundo de 2026 são predominantemente negativas. Torcedores expressam fúria com preços até US$ 230 mil e criticam a FIFA por permitir lucros via sua própria plataforma de revenda. Usuários chamam de golpe e cambismo legalizado, pedindo a renúncia de Infantino. Jornalistas destacam a ironia da FIFA lucrando no mercado secundário em meio a demanda recorde.

Artigos relacionados

Fans queuing for sold-out FIFA World Cup 2026 tickets amid high demand signs and rising secondary market prices, 100 days to kickoff.
Imagem gerada por IA

Copa do Mundo da FIFA 2026 se aproxima em meio a grande demanda por ingressos e preços altos

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Com 100 dias até o início da Copa do Mundo FIFA 2026 na América do Norte, a demanda por ingressos superou a oferta mais de 30 vezes, levando a quase 2 milhões de vendas. No entanto, janelas de vendas surpresa revelam disponibilidade para alguns jogos, enquanto os preços continuam a subir nos mercados secundários. Os fãs expressam preocupações com os custos e tensões geopolíticas que afetam as viagens.

Bilhetes para o jogo da Colômbia contra Portugal na Copa do Mundo de 2026 subiram até 13 vezes o preço original no mercado de revenda, de cerca de US$150 para mais de US$2.000. Esse aumento decorre da alta demanda que supera a oferta inicial da FIFA, com mais de cinco milhões de pedidos nas primeiras 24 horas. O aumento não é exclusivo deste jogo, mas é proeminente em plataformas secundárias.

Reportado por IA

À medida que os preços de revenda de ingressos para os jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 da Colômbia dispararam—conforme relatado anteriormente—, a fintech Littio alerta que taxas ocultas e um planejamento financeiro deficiente podem inflar os custos totais para US$ 1 milhão por pessoa para os 80 mil a 120 mil colombianos que devem viajar para os EUA, México e Canadá, além de 1,2 milhão de imigrantes nos EUA.

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar