Profeco oferece conselhos para compras planejadas no Buen Fin 2025

A Procuradoria Federal do Consumidor (Profeco) recomenda planejar as compras com antecedência para o Buen Fin 2025, marcado para 13 a 17 de novembro. Os compradores são incentivados a comparar preços e ler os termos para evitar ofertas enganosas. Especialistas aconselham usar parcelamentos sem juros apenas para itens de valor duradouro.

O Buen Fin 2025, em sua décima quinta edição, oferece uma oportunidade para renovar itens essenciais ou adiantar compras orçadas, de acordo com a Profeco. O evento ocorre de 13 a 17 de novembro, e a agência enfatiza que nenhuma promoção isenta os direitos de garantia para produtos ou serviços.

A Profeco aconselha comparar preços em lojas online e físicas, ler atentamente os termos e condições, e evitar itens desnecessários ou de baixa qualidade. Para diferenciar, uma promoção fornece produtos adicionais gratuitos ou com preço reduzido, ou incentivos como rifas, enquanto uma oferta significa descontos ou preços mais baixos por tempo limitado ou até o esgotamento do estoque, conforme a Lei Federal de Proteção ao Consumidor.

Os consumidores devem exigir detalhes completos do produto, termos da oferta e restrições de pagamento ou quantidade. Hugh Bruce, do Círculo de Crédito, observa que o crédito é uma ferramenta útil quando usado de forma estratégica. Ele recomenda parcelamentos sem juros para itens que aumentam a renda, como laptops para trabalho — onde a Profeco lista as melhores opções — ou eletrodomésticos como geladeiras, lavadoras e fogões. Também adequado para emergências médicas ou reparos em casa, como pintura.

Por outro lado, pague à vista por bens de consumo imediato, como alimentos, roupas ou entretenimento, e evite compras por impulso ou ingressos para shows no crédito, pois eles geram dívidas desnecessárias. Para finanças saudáveis, avalie o valor a longo prazo, calcule os pagamentos mensais sem exceder 30% da renda e mantenha um histórico de crédito impecável.

A Secretaria de Economia prevê vendas acima de 200 bilhões de pesos, um aumento de 15% em relação aos 173,8 bilhões em 2024, com o crédito como principal meio de pagamento. A Associação Mexicana de Vendas Online espera mais itens de luxo e compradores digitais.

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