Ryan Reynolds está derramando chá quente em mensagens recém-reveladas, traçando paralelos entre a briga de Blake Lively e Justin Baldoni e a saga infame de Johnny Depp e Amber Heard. As mensagens, de agosto de 2024, mostram Reynolds e seu agente dissecando a bagunça de RP de 'It Ends With Us'. E o shade? Nível máximo.
Queridos, peguem a pipoca porque Ryan Reynolds acabou de esquentar o drama de Blake Lively e Justin Baldoni com mensagens quentes que deixaram todo mundo de queixo caído. Obtidas pelo TMZ e datadas de agosto de 2024, a troca entre Reynolds e seu agente de talentos Warren Zavala é ouro puro—ou devo dizer, pura bagunça? Eles estão em modo estratégia sobre as táticas de RP conflitantes de Lively e Baldoni para 'It Ends With Us', e Zavala não segura: «É o ego incrível desse cara. Parece que ele está armando uma armadilha se a verdade dela vier à tona, enquanto promove uma narrativa digital».Reynolds rebate: «Sim. Mas honestamente, alguém vai contar a um jornalista a real e vai explodir na cara dele». Zavala teme que a verdade se embaralhe, chamando Baldoni de «fraude de fuinha de merda» e torcendo para que seja exposto, enquanto enfatiza que o sucesso do filme é chave. Ele até compartilha um link sobre a briga pelo corte final, rotulando como «tudo spin» e sugerindo «deixar queimar».Entra a bomba: Reynolds brinca: «Como isso funcionou para Depp?»—referindo diretamente ao julgamento Depp-Heard que «derrubou os dois no final», segundo Zavala. O agente empilha, chamando Baldoni de «fuinha de merda egocêntrica com complexo de deus», enquanto Reynolds o descarta como «erro de arredondamento humano». 🔥Interessante, enquanto a carreira de Depp despencou na época, ele está voltando forte com gigs em estúdios grandes, exposição de arte internacional e desfiles no tapete vermelho em San Sebastián e Cannes. Então, Reynolds está avisando Baldoni para não jogar a carta da vítima como Depp? O chá está fervendo, e Hollywood assiste. Essa briga vai afundar 'It Ends With Us' ou torná-la mais icônica? Contem seus pensamentos, leitores—bagunça ou mestre?