Um juiz federal decidiu que a produtora Wayfarer, de Justin Baldoni, pode dar continuidade às suas alegações de difamação contra a ex-assessora de imprensa Stephanie Jones, de acordo com documentos judiciais obtidos pelo TMZ. A decisão nega o pedido de Jones para arquivar a reconvenção em meio ao drama jurídico em curso.
A saga jurídica de It Ends With Us acaba de ficar mais intensa. Um juiz federal decidiu na quinta-feira que a Wayfarer Studios — produtora de Justin Baldoni — pode prosseguir com suas alegações de difamação e má-fé contra a ex-assessora Stephanie Jones, segundo documentos judiciais obtidos pelo TMZ. Publicada em 26 de março de 2026, a decisão mantém o caso em destaque. A Wayfarer alega que Jones compartilhou declarações falsas com Blake Lively, Ryan Reynolds e a assessora de Lively, Leslie Sloane, afirmando que a empresa retaliou Blake por ter denunciado uma suposta má conduta sexual e que teria iniciado uma campanha de difamação contra ela. A equipe de Baldoni nega todas as acusações, classificando-as como falsas e prejudiciais à reputação. Em dezembro de 2024, Jones processou a Wayfarer e a assessora Jennifer Abel — que gerenciava a conta de Baldoni sob a supervisão de Jones — por quebra de contrato. Wayfarer e Abel responderam, acusando Jones de ter extraído mensagens de texto de seu telefone e as vazado para a equipe de Lively. Um representante da Wayfarer declarou ao TMZ: 'Estamos satisfeitos com a decisão do Tribunal de negar a tentativa de Stephanie Jones de arquivar o processo da Wayfarer e permitir que nossas principais alegações, incluindo difamação e conduta de má-fé, avancem'. Eles reforçaram: 'Como alegado na reconvenção da Wayfarer, após ser notificada de que seu contrato seria rescindido, Stephanie Jones, da Jonesworks, voltou-se contra seu cliente de longa data, compartilhando comunicações internas e promovendo alegações falsas de que Justin Baldoni e as partes da Wayfarer orquestraram uma suposta campanha de difamação. O Tribunal rejeitou seu esforço para arquivar essas alegações, permitindo que prossigam como questões sérias que merecem ser examinadas com base nos fatos, incluindo o fato de que ela agiu de má-fé ao utilizar indevidamente informações e comunicações internas. Esta não é uma disputa menor'. Com a fase de produção de provas se aproximando, mais mensagens serão reveladas? O tribunal dirá.