A análise de cor sazonal, originada em 1942, ajuda as pessoas a selecionar tons de maquiagem que realçam sua tez. Especialistas como Megan Bentley, conhecida como The Color Countess, explicam como subtons e categorias sazonais guiam escolhas para blush e batom. Maquiadores profissionais enfatizam a harmonia na seleção de cores enquanto oferecem dicas para detecção de subtons em casa.
O conceito de análise de cor sazonal remonta a 1942, quando a teórica das cores Suzanne Caygill introduziu o quadro usando lenços coloridos para determinar tons lisonjeiros. Ganhou popularidade generalizada através do livro de Carole Jackson de 1980 Color Me Beautiful, que simplificou o processo para uso diário. Ao longo do tempo, o sistema evoluiu das quatro estações básicas — inverno, primavera, verão e outono — para 16 subcategorias para personalização mais precisa. Megan Bentley, conhecida profissionalmente como The Color Countess e baseada em Columbus, Ohio, descreve a análise como um processo de três etapas começando pelo subtom. Isso envolve avaliar a dominância de eumelanina para tons frios ou feomelanina para tons quentes, determinada pelo DNA. Em seguida, os analistas identificam a estação principal dentro dos espectros frios (verão ou inverno) ou quentes (outono ou primavera), seguidos de avaliações de valor de cor (claro ou escuro) e intensidade (vibrante ou muted). “[O propósito da análise de cor] é encontrar suas cores icônicas: os tons que, quando você usa, as pessoas não conseguem evitar dizer ‘isso fica tão bom em você’ — isso porque tudo está funcionando em harmonia”, diz Bentley à Vogue. Para paletas de inverno, Bentley recomenda tons frios de alto impacto como vermelhos com base azul e pinks gelados para amplificar o contraste natural. Paletas de primavera favorecem tons quentes e frescos como corais e pinks quentes para um efeito vivo. Tipos de verão se adequam a tons suaves e frios, incluindo rosas empoeiradas e malvas para aprimoramento sutil. Paletas de outono abraçam tons ricos e quentes como laranjas temperadas e vermelhos terrosos para adicionar profundidade. Maquiadores profissionais variam em sua dependência do subtom. Tyron Machhausen, um artista baseado em Nova York, o vê como fundamental: “O subtom é um dos pontos de referência mais importantes quando seleciono blush ou batom — particularmente quando o objetivo é criar algo que pareça effortless e crível na pele.” Em contraste, Tasha Reiko Brown, uma artista baseada em LA, o usa principalmente para base e corretivo, priorizando a criatividade de outra forma. Para verificações de subtom em casa, Machhausen sugere segurar um item branco puro ao lado da linha do queixo em luz natural diurna, evitando métodos de cor de veia não confiáveis. Bentley alerta contra testes de veia DIY devido ao fluxo sanguíneo flutuante.