Uma reportagem da Reuters afirma que sete trabalhadores humanitários americanos que sofrem de ebola foram colocados em um centro de quarentena no Quênia.
Franklin Graham, chefe da organização humanitária Samaritan’s Purse, confirmou a medida. Ele disse que o resultado se deve às restrições de viagem impostas pela administração de Donald Trump a cidadãos infectados que retornam para casa.
Protestos ocorreram em Nanyuki várias semanas antes contra a construção de um centro de quarentena no campo militar de Laikipia. Os moradores se opuseram à medida por medo da disseminação da doença.
Um tribunal ordenou a interrupção da construção. O Ministro da Saúde, Aden Duale, apresentou documentos ao tribunal confirmando o cumprimento da ordem após ser intimado a prestar esclarecimentos.
O presidente William Ruto defendeu a construção do centro. Ele disse que esta era uma das várias unidades construídas no país e que o Quênia tinha o dever de ajudar os cidadãos americanos infectados, sendo o trabalho financiado pelos Estados Unidos.