Após o lançamento do álbum Las mujeres ya no lloran em 2024, Shakira iniciou 2025 com uma turnê que solidificou sua influência mundial, atraindo milhões de espectadores pelas Américas. Seus shows lotaram estádios em vários países e geraram impactos econômicos notáveis. Ela também acumulou prêmios e marcos pessoais que definiram o ano.
2025 foi um ano marcante para Shakira, que, após o sucesso do álbum Las mujeres ya no lloran de 2024, embarcou em uma turnê que percorreu as Américas e reafirmou seu prestígio global na música. A turnê Las mujeres ya no lloran conta com quase 100 concertos e terminará em fevereiro de 2026. Até meados de dezembro, já havia atraído mais de 3,8 milhões de espectadores na região.
Suas apresentações, com duração de cerca de duas horas e meia, formam uma narrativa contínua que entrelaça sucessos antigos como Antología e Soltera com faixas recentes sobre resiliência e reinvenção pessoal. Na Colômbia, esgotou ingressos simultaneamente em Bogotá, Barranquilla, Medellín e Cali. Em Bogotá, um concerto gerou um impacto econômico de US$ 17,1 milhões e taxa de ocupação hoteleira acima de 90%. Em sua cidade natal de Barranquilla, afetou até o PIB trimestral local.
No México, realizou doze shows no Estadio GNP Seguros na capital, alcançando 780 mil espectadores, e anunciou datas extras para 2026, chamando-a de sua maior temporada no país. No Equador, três concertos em Quito reuniram mais de 105 mil pessoas, descritos por autoridades como o maior evento musical da história da nação.
Além do palco, Shakira conquistou seu quarto Grammy de Melhor Álbum de Pop Latino e celebrou 20 anos de Hips Don’t Lie com um remix com Ed Sheeran e Beéle. Tornou-se a primeira mulher com músicas ultrapassando 100 milhões de streams em quatro décadas diferentes. A Billboard a nomeou a maior artista de pop latino de todos os tempos. Expandiu também sua marca de cuidados capilares Isima para a Europa, superando 1.500 pontos de venda, e vendeu a mansão que dividia com o ex-marido Gerard Piqué nos arredores de Barcelona.