The Weeknd liderou a lista da Forbes dos 25 artistas mais bem pagos em 2025, ganhando US$298 milhões, seguido por Taylor Swift e Beyoncé. As receitas totais da lista atingiram US$1.900 milhões, impulsionadas por turnês blockbuster e acordos lucrativos. Shakira e Bad Bunny foram os únicos artistas latino-americanos incluídos.
A Forbes U.S. divulgou sua pesquisa anual dos artistas que mais faturam em 2025, totalizando US$1.900 milhões entre 25 músicos, com média de US$52 milhões por artista. The Weeknd, nome verdadeiro Abel Tesfaye, ficou em primeiro lugar graças ao álbum 'Hurry Up Tomorrow', que liderou a Billboard 200, sua turnê 'After Hours Til Dawn' que gerou US$77 milhões em 40 shows, e a venda de uma participação em seu catálogo para a Lyric Capital por até US$1.000 milhões, rendendo US$200 milhões.
Taylor Swift ficou em segundo com US$202 milhões, impulsionada pelo lançamento de 'The Life of a Showgirl', que vendeu mais de 5,5 milhões de unidades equivalentes na primeira semana, tornando-se o álbum mais vendido do ano, e um acordo com a Disney+ para uma docussérie sobre o fim de sua Eras Tour. Beyoncé, terceira com US$148 milhões, brilhou com a Cowboy Carter Tour, que arrecadou mais de US$407 milhões e se tornou a turnê country mais bem-sucedida da história, incluindo recordes no SoFi Stadium, em Los Angeles.
Kendrick Lamar ganhou US$109 milhões com o show do intervalo do Super Bowl LIX, visto por 133 milhões de pessoas, seu álbum GNX e a Grand National Tour com SZA, que faturou US$358,7 milhões. Coldplay fechou o top 5 com US$105 milhões da Music of the Spheres World Tour, totalizando US$375 milhões em 50 shows. Shakira, com US$105 milhões de sua Las Mujeres Ya No Lloran World Tour (US$327,4 milhões), e Bad Bunny, com US$66 milhões de sua residência em Porto Rico e 19,8 bilhões de streams no Spotify, representaram a América Latina na lista.
Outros destaques incluem Drake (US$78 milhões), Chris Brown (US$74 milhões) e Ed Sheeran (US$60 milhões), com receitas de turnês, streaming e vendas de catálogos. Esta edição destaca o domínio das turnês em estádios e o valor dos catálogos musicais na indústria.