O presidente Bola Tinubu determinou que a Comissão de Práticas Corruptas Independentes e Outras Infrações Correlatas (ICPC) investigue as atividades de um suposto Conselho de Promoção de Intervenção Estrangeira Presidencial (PFIPC) e assuntos relacionados.
A diretriz exige que o ICPC conclua sua investigação e envie um relatório abrangente ao presidente em até 30 dias. Uma declaração do porta-voz presidencial Bayo Onanuga afirmou que o suposto órgão nunca foi estabelecido pelo governo federal e não possui base na lei ou em qualquer instrumento oficial.
A declaração identificou um indivíduo chamado Adeniyi Adeyemi Matthew, que se apresentou como Diretor-Geral do suposto PFIPC e afirmou falsamente ser um nomeado presidencial. As questões a serem investigadas incluem cartas de nomeação falsificadas, uso de alegações falsas para obter apoio diplomático e facilitação de vistos, além da abertura de múltiplas contas bancárias em nome de supostas agências governamentais usando documentos alegadamente forjados.
Tinubu ordenou que a comissão examine a conduta do indivíduo principal e de colaboradores, bem como quaisquer vulnerabilidades nos procedimentos governamentais que permitiram o esquema. Todos os ministérios, departamentos e agências federais foram orientados a fornecer informações relevantes ao ICPC mediante solicitação. O presidente afirmou que todas as pessoas consideradas culpadas serão tratadas de acordo com a lei.