O indicado do presidente Trump para procurador-geral, Todd Blanche, enfrentou um interrogatório rigoroso de senadores durante uma audiência de confirmação na quarta-feira. Os legisladores o pressionaram sobre seus laços estreitos com Trump e sua condução de vários assuntos do Departamento de Justiça.
Blanche, que anteriormente serviu como advogado pessoal de Trump, defendeu sua independência durante a sessão do Comitê Judiciário do Senado. Ele se descreveu como um funcionário de longa data do Departamento de Justiça, onde trabalhou como estagiário, assistente jurídico e promotor.
Democratas no painel levantaram preocupações sobre o histórico de Blanche. Eles apontaram sua condução de arquivos relacionados a Jeffrey Epstein e esforços para criar um fundo de quase 2 bilhões de dólares para supostas vítimas de ações do governo.
Alguns republicanos também expressaram ressalvas. O senador John Cornyn, do Texas, disse que permanece indeciso, citando preocupações sobre o fundo proposto e um acordo de imunidade tributária envolvendo Trump e seus filhos.
O senador Cory Booker, de Nova Jersey, declarou que Blanche não deveria ser confirmado, argumentando que suas ações mostraram um padrão de proteção a Trump em vez de buscar uma justiça imparcial.