O departamento de gestão de riscos e Defesa Civil da cidade informou que o lixo acumulado é responsável por metade de todas as enchentes na Cidade do México. Na sexta-feira, 12 de junho, um trecho de 250 metros de água se formou no Periférico Sur.
O departamento de gestão de riscos da capital atribuiu diretamente 50 por cento das enchentes ao lixo nas ruas durante a temporada de chuvas. O órgão observou que a Cidade do México está localizada sobre o antigo Lago Texcoco e não possui saída natural para a água.
O monitoramento do satélite NISAR da NASA, realizado entre outubro de 2025 e janeiro de 2026, constatou que o solo está afundando pelo menos 1,2 centímetro por mês devido à extração de água subterrânea. O subsidência foi registrada pela primeira vez em 1925 e chegou a atingir 35 centímetros por ano em algumas áreas durante as décadas de 1990 e 2000.
Na sexta-feira, 12 de junho, a drenagem transbordou no Periférico Sur e no Viaducto Tlalpan, na colônia Arenal Tepepan, criando 90 centímetros de água acumulada. As autoridades ativaram uma estação de bombeamento no Anillo Periférico após um veículo ficar preso.