O gerente-geral do Banco de la República, Leonardo Villar, afirmou que a política monetária manterá as taxas altas até que a inflação retorne ao intervalo da meta de 2% a 4%. A decisão seguiu a última reunião da diretoria.
Leonardo Villar explicou que as pressões inflacionárias de 2026, impulsionadas pelo ajuste do salário mínimo e pela guerra no Oriente Médio, forçaram o banco central a elevar a taxa para 12%. A inflação subiu de cerca de 4,8% há um ano para mais de 6,1% atualmente.
O aumento de 75 pontos-base foi aprovado com quatro votos a favor, dois a favor de um corte de 50 pontos e um pela manutenção da taxa. Villar afirmou que as taxas permanecerão elevadas até que a inflação retorne à meta.
Villar realizou uma reunião de cortesia com o presidente eleito Abelardo de la Espriella, na qual defendeu a independência do banco central. A taxa atual é a mais alta em dois anos.