O Relatório de Política Monetária de junho reduziu o intervalo de expansão do PIB para 2026, mas melhorou as estimativas para os dois anos seguintes. Autoridades observaram que os ajustes ocorrem antes da megarreforma e do acordo entre EUA e Irã.
Em seu relatório de junho, o Banco Central reduziu o intervalo de crescimento do PIB para 2026 para entre 1% e 1,75%, ante o intervalo anterior de 1,5% a 2,5%. Ao mesmo tempo, elevou a projeção para 2027 para um intervalo de 2% a 3% e a de 2028 para entre 1,75% e 2,75%.
O ministro das Finanças, Jorge Quiroz, comemorou as correções para cima no Congresso. “Isso ainda é antes do nosso projeto de lei de reconstrução, que estamos confiantes de que elevará ainda mais essa expectativa de crescimento futuro”, disse ele.
A presidente do Banco Central, Rosanna Costa, apresentou o relatório à Comissão de Finanças do Senado. Ela explicou que a economia chilena teve desempenho abaixo das expectativas devido ao fraco desempenho de setores ligados a recursos naturais, embora as perspectivas de crescimento para 2026-2028 não mostrem diferenças significativas em relação a março.