Buracos Negros

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Uma nova análise de dados de ondas gravitacionais indica que os buracos negros mais pesados do universo surgem de múltiplas colisões dentro de aglomerados estelares densos, em vez de colapsos estelares únicos.

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Astrônomos observaram um buraco negro supermassivo na galáxia J1007+3540 reiniciando jatos poderosos após quase 100 milhões de anos de inatividade. Os jatos, distorcidos pela intensa pressão de um aglomerado de galáxias vizinho, estendem-se por quase um milhão de anos-luz. As descobertas revelam ciclos de atividade de buracos negros que moldam a estrutura da galáxia.

Astrônomos sugerem que o núcleo da Via Láctea pode abrigar um aglomerado denso de matéria escura fermiônica em vez de um buraco negro supermassivo. Essa estrutura poderia explicar as órbitas rápidas de estrelas próximas e a rotação mais suave de material distante. As descobertas, publicadas em Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, desafiam visões de longa data sobre Sagittarius A*.

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Um novo estudo propõe que estrelas escuras hipotéticas, alimentadas por matéria escura, poderiam explicar três observações surpreendentes do Telescópio Espacial James Webb no universo primordial. Estas incluem galáxias monstros azuis ultrabrilhantes, buracos negros supermassivos e pontos vermelhos pequenos misteriosos. Os pesquisadores sugerem que estas estrelas exóticas se formaram rapidamente após o Big Bang e semearam buracos negros supermassivos.

 

 

 

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