Infância
Pai de Ángel culpa mãe e padrasto pela morte do menino em Comodoro Rivadavia
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Luis López, pai do menino Ángel, que morreu em Comodoro Rivadavia, culpou a mãe da criança e seu companheiro pela morte. López afirmou que o filho morava com a mãe, a quem mal conhecia. Ele também criticou as autoridades por não terem investigado o caso mais cedo.
A Defensoría de la Niñez do Chile lançará na quinta-feira seu Diagnóstico Anual sobre a Situação dos Direitos das Crianças e Adolescentes 2026, reportando um aumento de 46,4% nas vítimas de violência sexual e uma alta de 137% nas altas hospitalares por lesões autoprovocadas. O relatório aponta riscos contínuos em saúde mental, convivência escolar e proteção especializada para mais de 4 milhões de crianças e adolescentes. Anuar Quesille, o Defensor da Criança, classifica a situação como um 'alerta nacional'.
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Luis Armando López, pai de Ángel Nicolás López, solicitou a imputação e a prisão imediata da mãe, Mariela Beatriz Altamirano, e do padrasto, Maicol González, por homicídio qualificado. A denúncia argumenta que a morte do menino de 4 anos, ocorrida em 6 de abril em Comodoro Rivadavia, foi resultado de meses de maus-tratos. O sistema judiciário enfrenta questionamentos sobre uma suposta negligência anterior.
Pela primeira vez, o Governo da Catalunha fornecerá advogados de turno às famílias desde o início dos processos administrativos de negligência infantil, e não apenas na fase judicial. Este acordo entre o Governo catalão e o Conselho da Advocacia Catalã responde a uma reivindicação de longa data para melhor proteger as famílias de baixos rendimentos. A iniciativa visa salvaguardar direitos e reforçar a proteção à infância.