Raios Cósmicos

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Uma nova pesquisa sugere que a partícula Amaterasu, um dos raios cósmicos mais energéticos já detectados, pode ser um núcleo atômico ultraleve em vez de um próton. As descobertas, feitas por cientistas da Penn State, foram publicadas na revista Physical Review Letters. Elas indicam que tais núcleos poderiam manter uma energia extrema ao longo de vastas distâncias no espaço.

Reportado por IA

Pesquisadores utilizando o telescópio espacial DAMPE identificaram um abrandamento espectral compartilhado em raios cósmicos através de múltiplos tipos de partículas. O padrão aparece em uma rigidez de cerca de 15 teraelétron-volts para prótons até núcleos de ferro. Esta descoberta, publicada na revista Nature, oferece uma nova perspectiva sobre como essas partículas de alta energia se comportam na galáxia.

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