Mais de 20 médicos congoleses que trabalham no Quênia processaram o Ministério da Saúde e o Secretário de Gabinete Aden Duale após a recusa em renovar suas licenças e permissões de trabalho para 2026. Eles descrevem a medida como arbitrária e discriminatória, apesar de a República Democrática do Congo ser membro da Comunidade da África Oriental. Os médicos buscam ordens judiciais para proibir a ação, citando violações de seus direitos constitucionais e trabalhistas.

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