Ecopetrol
Petro exige renúncia na Ecopetrol por caso de corrupção
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O presidente Gustavo Petro exigiu a renúncia do vice-presidente da Ecopetrol para a região andina, Bernardo Forero Duarte, em meio a investigações sobre enriquecimento ilícito. Essa solicitação ocorre junto a mudanças no conselho de administração da empresa e a sanção do CNE à campanha presidencial de 2022, que afeta o atual presidente da Ecopetrol, Ricardo Roa. Petro também se distanciou da posição da USO sobre o negócio da bacia do Permiano.
A Assembleia Geral de Acionistas de 2026 da Ecopetrol, realizada no Corferias, aprovou uma distribuição de dividendos de $121 por ação para minoritários, conforme proposto pelo Ministério da Fazenda. O evento foi marcado por tensões em relação à permanência do presidente Ricardo Roa em meio a processos judiciais em curso. A empresa reportou lucros de $9 trilhões em 2025, o patamar mais baixo desde a pandemia.
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A Assembleia de Acionistas do Banco de Bogotá confirmou Juan Carlos Echeverry Garzón como seu novo presidente a partir de 6 de maio, substituindo César Prado. Echeverry, com vasta experiência nos setores público e privado, assume o cargo enquanto Jorge Castaño Gutiérrez atua como presidente interino.
Em 13 de novembro de 2025, a Ecopetrol finalizou o acordo com a Statkraft para adquirir um portfólio de projetos solares na Colômbia por US$ 157,5 milhões. A empresa estatal de petróleo torna-se proprietária de 100% das empresas envolvidas, incorporando cerca de 0,6 GW de capacidade solar. A transação utiliza dívida incremental do seu plano de financiamento de investimentos orgânicos.