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Avanços de laboratório com nomes sinistros mostram promessa para saúde e sustentabilidade
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Uma série de estudos recentes em revistas da American Chemical Society descreve organoides cerebrais de dois anos com atividade mensurável, uma luva de electrospinning vestível para remendos de feridas no local, um revestimento comestível do “maçã-lobo” brasileiro que manteve cenouras baby frescas por até 15 dias em temperatura ambiente, e microplásticos detectados em retinas humanas post-mortem.
Cientistas identificaram um motivo fundamental pelo qual o ouro resiste ao embaçamento, o que pode abrir novas possibilidades de uso para o metal na química. Simulações mostram como os arranjos atômicos nas superfícies do ouro impedem reações com o oxigênio. As descobertas são fruto de uma modelagem quântica detalhada na Universidade de Tulane.
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Pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida identificaram o mecanismo que faz com que as partículas de negro de fumo fortaleçam a borracha, resolvendo um enigma científico que perdurava por quase um século. Suas simulações computacionais revelam como o material resiste ao estiramento lutando efetivamente contra si mesmo.
Químicos da Universidade Rice replicaram os experimentos de lâmpadas de Thomas Edison de 1879 e encontraram evidências de que o inventor pode ter produzido grafeno acidentalmente como subproduto. A descoberta, detalhada em um novo artigo, destaca como ferramentas modernas podem reinterpretar inovações históricas. Esse grafeno turbostrático surgiu do aquecimento de filamentos de carbono a temperaturas extremas.