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Avanços de laboratório com nomes sinistros mostram promessa para saúde e sustentabilidade
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Uma série de estudos recentes em revistas da American Chemical Society descreve organoides cerebrais de dois anos com atividade mensurável, uma luva de electrospinning vestível para remendos de feridas no local, um revestimento comestível do “maçã-lobo” brasileiro que manteve cenouras baby frescas por até 15 dias em temperatura ambiente, e microplásticos detectados em retinas humanas post-mortem.
Pesquisadores determinaram que o rangido irritante produzido ao descascar a fita Scotch resulta de ondas de choque geradas por microfissuras que viajam a velocidades supersônicas. As descobertas, detalhadas em um novo estudo, explicam um fenômeno observado há muito tempo, mas não totalmente compreendido. A pesquisa se baseia em décadas de interesse científico nas propriedades incomuns da fita.
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Pesquisadores na Coreia do Sul reproduziram com sucesso um raro tecido dourado conhecido como seda marinha, perdido há mais de 2000 anos. Usando fios de um molusco cultivado, a equipe não só reviveu o material, mas também explicou seu brilho duradouro. Esse avanço promete alternativas sustentáveis aos têxteis tradicionais.