Política monetária
Banco Central da Colômbia eleva taxa para 11,25% na segunda alta de 2026 em meio a saída do governo
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Após o aumento de janeiro para 10,25%, o Banco de la República da Colômbia elevou sua taxa de intervenção em mais 100 pontos-base, para 11,25%, em uma votação apertada de 4 a 3 durante sua segunda reunião do ano. O ministro das Finanças, Germán Ávila, retirou-se da reunião da diretoria e anunciou a saída do governo do banco central devido a divergências. O presidente Gustavo Petro apoiou a medida e criticou a política monetária.
O banco central da Argentina cortou as taxas de referência de curto prazo para 20% este mês, abaixo dos níveis de inflação, para capitalizar os influxos de dólares e reconstruir as reservas de moeda forte. O governo do presidente Javier Milei pretende impulsionar o crescimento econômico em meio a sinais de desaceleração. Os analistas observam preocupações sobre os impactos da estabilidade do peso.
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Bank of Korea Deputy Governor Yoo Sang-dai stated that uncertainty over the US Federal Reserve's rate path has deepened following the latest FOMC decision to hold benchmark rates at 3.5-3.75% for a second consecutive meeting, amid persistent Middle East instability. The BOK will monitor risks closely and act if needed to stabilize markets.