Camada de ozono
Uma equipe internacional liderada por cientistas do MIT identificou que vazamentos maiores do que o esperado de substâncias químicas utilizadas como matéria-prima industrial são um fator chave que retarda a recuperação da camada de ozônio. Suas análises estimam que isso poderia atrasar o retorno aos níveis de 1980 em até sete anos, de 2066 para 2073. Os pesquisadores pedem controles mais rígidos sob o Protocolo de Montreal para solucionar o problema.
Reportado por IA
Cientistas da NOAA e da NASA relataram que o buraco na camada de ozono de 2025 sobre a Antártida é o quinto menor desde 1992, quando o Protocolo de Montreal começou a eliminar gradualmente os químicos que destroem o ozono. Temperaturas estratosféricas mais quentes e níveis decrescentes de cloro contribuíram para o seu tamanho limitado. O buraco já está a desintegrar-se quase três semanas antes do habitual.