Presos políticos
Lei geral de anistia da Venezuela avança libertações de prisioneiros em meio à transição
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A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou uma lei geral de anistia para prisioneiros políticos em 30 de janeiro de 2026, ampliando as libertações anteriores após a captura de Nicolás Maduro. Em meio a avanços lentos e vigílias de famílias de detidos como os argentinos Nahuel Gallo e Germán Giuliani, a medida sinaliza passos democráticos, com normalização diplomática dos EUA em curso.
Um grupo de ativistas cubanas apresentou formalmente uma petição cidadã à Assembleia Nacional em Havana esta quarta-feira para promover uma lei de anistia que liberte quase 1.200 prisioneiros políticos. Apoiada por 1.535 assinaturas verificadas, a iniciativa baseia-se na Lei 131 de 2019 e aborda a crise humanitária do país. A campanha «Por uma Anistia Agora!» continua a recolher apoios para atingir as 10.000 assinaturas exigidas.
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Ativistas cubanos de direitos humanos emitiram um apelo urgente pela libertação imediata e incondicional de todos os prisioneiros políticos em Cuba, em um contexto regional de recentes anúncios de libertações na Venezuela e na Nicarágua. A declaração, apoiada por mais de 200 assinaturas, denuncia as libertações parciais e incompletas anunciadas pelo Estado cubano entre janeiro e março de 2025.