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Tense CGT protest march in Plaza de Mayo, Buenos Aires, against labor reform, with union banners, signs criticizing Milei government, police presence, ahead of Senate vote.
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CGT critica provocações do governo antes do protesto contra reforma trabalhista com votação no Senado iminente

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Em meio a tensões contínuas sobre o projeto de reforma trabalhista — adiado anteriormente pela ausência do presidente Milei —, a CGT criticou declarações provocativas do governo antes da marcha de quinta-feira na Plaza de Mayo. O sindicato exige garantias para um protesto pacífico e destaca um ataque de vandalismo à sede de um afiliado importante. Enquanto isso, Patricia Bullrich visa avanços no Senado esta semana.

On the eve of May Day protests, intelligence services are monitoring potential disruptions from far-left groups. Over 300 mobilizations could draw between 110,000 and 160,000 participants across France, including 20,000 to 40,000 in Paris.

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Com base nas garantias de que as mudanças não afetarão direitos adquiridos, o governo argentino detalhou os ajustes de sua reforma trabalhista em férias, salários, horas extras e indenizações. O secretário Maximiliano Fariña classificou-a como uma atualização de uma lei desatualizada. Sindicatos, incluindo CGT e ATE, intensificam ações com marcha e greve em 18 de dezembro.

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