Sindicatos
CGT critica provocações do governo antes do protesto contra reforma trabalhista com votação no Senado iminente
Reportado por IA Imagem gerada por IA
Em meio a tensões contínuas sobre o projeto de reforma trabalhista — adiado anteriormente pela ausência do presidente Milei —, a CGT criticou declarações provocativas do governo antes da marcha de quinta-feira na Plaza de Mayo. O sindicato exige garantias para um protesto pacífico e destaca um ataque de vandalismo à sede de um afiliado importante. Enquanto isso, Patricia Bullrich visa avanços no Senado esta semana.
Com base nas garantias de que as mudanças não afetarão direitos adquiridos, o governo argentino detalhou os ajustes de sua reforma trabalhista em férias, salários, horas extras e indenizações. O secretário Maximiliano Fariña classificou-a como uma atualização de uma lei desatualizada. Sindicatos, incluindo CGT e ATE, intensificam ações com marcha e greve em 18 de dezembro.